passivamente ocasional, espero o momento certo.
estou sempre sob o meu próprio controle.
sei como serenar meu coração.
quando um 'não' é partido, os pedaços não caem ao chão.
eles flutuam no fluxo das próximas palavras, que da boca sairão.
rimas pobres e distoantes, decisivas ou lascivas, de cunho alto ou chinelão.
resta que se acabem, esses pedaços
livres de qualquer traço
que novamente me façam dizer um inteiro 'não'
tento pisar em uma pedra de cada vez,
aconselhar um sentimento de cada vez,
soltar minha eloquência, uma por vez;
no meu íntimo, e pessoal meio
um erro a cada três.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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uma por ver, um erro a cada três
ResponderExcluirbah... lindo. A lírica das palavras partidas.